EQUIPE VACINA

Dia histórico na SAP. Começou nesta sexta-feira (28) a vacinação contra a Covid-19 para todos os profissionais que atuam nos sistemas prisional e socioeducativo catarinense. Desde o início da manhã, equipes de enfermagem estão imunizando policiais penais, agentes de segurança socioeducativos, funcionários e terceirizados. Um ato simbólico, nas dependências do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP), no Complexo da Agronômica, em Florianópolis, marcou o início da imunização de todos os profissionais no estado. “Este é um momento muito importante para todos os operadores do sistema prisional e socioeducativo pois a vacina é forma que temos nos proteger e proteger nossas famílias. Foi possível sentir na voz das pessoas a emoção e felicidade em obter a vacina”, disse o secretário de SAP, Leandro Lima.

“O governador Carlos Moisés determinou o reforço de várias ações importantes e emergenciais para o enfrentamento da pandemia. Uma delas é orientar o cumprimento das pactuações e aceleração das campanhas de vacinação”, destaca o secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro. “Emitimos uma nota técnica determinando a utilização das vacinas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde para a primeira dose, contemplando a ampliação nos grupos das fases 3 e 4, bem como atender às forças públicas de segurança estaduais, municipais e federais”.

A Coordenadora da Central Covid-19 da SAP, enfermeira Juliana Campos, que atua no combate da pandemia desde o dia 13 de março de 2020, resumiu o dia como vitorioso. “Esse é um momento especial que se soma a todas as nossas ações de prevenção e combate à Covid-19. A disponibilização da vacina para todos que trabalham no âmbito da SAP e para os internos mostram o compromisso e o respeito à vida”, destacou ao reunir a equipe de enfermagem (foto) que fez a vacinação pela manhã no HCTP e, à tarde, na SAP. 

Na próxima segunda-feira (31) será intensificada a vacinação dos internos das unidades prisionais e socioeducativas, em todo o estado. “Vacinar os presos também representa segurança para a sociedade, pois uma unidade em surto pode significar risco para comunidade e impacto para o sistema público de saúde”, observou Lima.